Úteis e Fúteis…

Posts marcados ‘Eleições’

Marina Silva critica Veja


Marina Silva,  ex-Ministra do Meio Ambiente, fez em seu Twitter (@silva_marina) críticas a revista Veja por algumas posts publicados no site da revista.

Em uma de seus posts no Twitter, publicado no dia 31 de outubro, ela diz: “Acabo de chegar a Brasília e li a nota de Veja sobre a revelação do meu voto. A revista errou. Em nenhum momento, fiz tal afirmação.”

No mesmo dia ela ainda disse: “Infelizmente, nesta eleição, Veja divulgou algumas notas equivocadas sobre minha campanha e a de Guilherme.” E completou: “Reafirmo meu direito constitucional ao voto secreto e meu compromisso com o que considero melhor para o Brasil.”

Esse post se referia ao artigo ““O voto é do eleitor”, diz Marina Silva“. No momento que Marina fez a crítica o título desse artigo era “Marina Silva só vai revelar seu voto após resultado final”. Pouco tempo depois Veja corrigiu o erro.

Hoje, Marina Silva postou: “Outro erro de ‘Veja’ sobre minha campanha e a de Guilherme. Nossos gastos foram de R$ 24,9 mi e não de R$ 54 mi, como diz o site da revista.”

A Quebra da “Hierarquia”


O dia 31 de outubro de 2010 é dia histórico por termos eleito a primeira mulher presidenta do país, apesar de todas as tentativas frustradas por parte da mídia e das mentiras divulgadas.

Agora é a vez de o dia 1º de novembro de 2010 ficar marcado como mais um dia histórico na política brasileira após Dilma Roussef ser nossa mais nova chefe de Estado.

Por que? É Simples.

Todos conhecem os ataques e as mentiras divulgadas pelo PIG (Partido da Imprensa Golpista – composta pela TV Globo e o jornal O Globo, da família Marinho, o jornal Folha de S. Paulo, da família Frias, o jornal O Estado de São Paulo e a revista Veja, da Editora Abril, da família Civita.)

Pois bem, nas Eleições, a preferência para a 1ª entrevista exclusiva sempre foi a Globo. E todos esperavam que com a presidenta Dilma Rousseff o mesmo acontecesse. Porém, muito foram surpreendidos, quando ficaram sabendo que a 1ª entrevista da petista seria na Record.

O fato de ela ter dado primeiro uma entrevista para a Record e só depois ter falado com a TV Globo, foi aplaudido e muito comentado pelos navegantes do Twitter, facebook e outras redes socias que criticavam o método utilizado pelo PIG…

Duas frases, proferidas por Dilma Rousseff, foram as mais comentadas pela rede.

Em uma demonstra o apoio dela à liberdade de imprensa: Ela disse que prefere “as vozes críticas ao silêncio da ditadura”.

E na outra diz quem tem o poder sobre a imprensa: “Costumo dizer que o controle remoto é o melhor controle que pode ter, por parte da população, em relação à mídia”

Outra coisa que foi muito comentada, foi o tratamento dado à presidenta por parte de William Bonner e Fátima Bernardes (também chamados de Casal 45). Antes da campanha, podíamos observar os exageros feitos pelos dois para defender o candidado do PSDB, José Serra e as duras críticas dirigidas a candita petista. Em uma entrevista feita com a então candidata Dilma, no dia 9 de agosto deste ano, o casal a sabatina com algumas questões e Dilma as responde, porém sem poder terminar nenhuma de suas respostas, já que era interrompida o tempo todo pelo apresentador William Bonner. Em uma dessas interrupções, Fátima Bernardes então faz um gesto ao William e pede para que espere um pouco. Isso permitiu que Dilma Rousseff falasse um pouco mais. E ao Bonner, só lhe restou baixar a cabeça, como pode ser visto no vídeo abaixo:

Abaixo assista as entrevistas concedidas pela presidenta Dilma Roussef:

Rede Record

Rede Globo

Parte 1

Parte 2

A derrota do ódio e do preconceito


Dilma: a vitória de um projeto generoso, e o enterro da política feita nas sombras

por Rodrigo Vianna

A vitória de Dilma significa a vitória de lutas que vêm de longe, como eu já escrevi aqui.

A vitória de Dilma é a vitória de Lula e de um projeto que aposta na inclusão. É a continuidade de um governo que teve atuação marcante em quatro eixos, pelo menos:

– criação de um mercado consumidor de massas (recuperação do salário-mínimo, do salário do funcionalismo, Bolsa-Familia, política mais agressiva e popular de crédito) – teve papel fundamental no enfrentamento da crise econômica mundial, porque o Brasil deixou de depender só das exportações e pôde basear sua recuperação no mercado interno;

– respeito aos movimentos sociais – parceria com sindicatos, diálogo com as centrais, com o MST;

– recuperação do papel do Estado – fim das privatizações, valorização do funcionalismo, novos concursos públicos, recuperação do papel planejador do Estado (por exemplo, no campo da energia), fortalecimento dos bancos públicos (não mais como financiadores de privatizações suspeitas, mas como indutores do desenvolvimento);

– política externa soberana – enterro da Alca, criação da UNASUL, valorização de parcerias com China, India, Irã; fim do alinhamento com os EUA.

Dilma significa que isso tudo pode seguir. Mas a campanha mostrou que há pelo menos uma área onde o governo Lula errou, por timidez: política de Comunicação. Durante a reta final do primeiro turno, o Brasil voltou a ficar refém de quatro ou cinco famílias que ditam a pauta do Brasil. Os blogs e um ou outro meio tradiconal ofereceram certo contraponto. Mas foi pouco. No segundo mandato, com Franklin Martins, Lula mostrou que é possível avançar muito mais nessa área!

A vitória de Dilma significa também a derrota de muita coisa. Derrota do preconceito e do ódio expressos em mensagens apócrifas, derrota de quem acredita que se ganha eleição misturando política e religião – de forma desrespeitosa e obscurantista.

Dilma no poder significa a derrota de Ali Kamel e seu pornográfico jornalismo de bolinhas na “Globo”. Significa a derrota de Otavinho e suas fichas falsas na “Folha”. Significa a derrota da Abril e de seus blogueiros/colunistas de esgoto.

Dilma é a derrota da extrema-direita que espalhou boatos, fotos falsas, montagens grosseiras e – quando desmascarada – saiu correndo (apagando sites, vestígios, provas).

A vitória de Dilma é a derrota da maior máquina ideológica conservadora montada no Brasil desde o golpe de 64. Essa máquina mostrou sua cara na campanha – unindo a Opus Dei, o Vaticano e o que restou da comunidade de informações a essa turma “profisional” que espalhou emails, calúnias, spams (e atacou até blogs progressistas na calada da noite).

A consagração de Dilma significa a derrota de um candidato covarde: não teve coragem de mostrar FHC na campanha, fingiu ser amigo de Lula e, no desespero, usou aborto e a própria mulher para ataques lamentáveis…

Dilma é a derrota de uma política feita nas sombras, nos telefonemas para as redações, nos dossiês.  Dilma significa a vitória de um projeto generoso, e o enterro de uma determinada oposição.

Quem torce pela democracia torce também para que uma nova oposição – séria e democrática – prospere, longe dos dossiês e da truculência serrista. Na próxima semana, teremos tempo para pensar a fundo no que pode vir de uma oposição renovada, quais os movimentos possíveis…

Mas acho que não devemos ter ilusão. Serra tirou da garrafa a extrema-direita. O tipo de campanha feita por ele, e que obteve mais de 40% dos votos, mostra que essa máquina conservadora está à espreita. E pode voltar a atacar. Os colunistas e os chefetes ressentidos – em certa imprensa pornográfica – seguirão a agir nas sombras.

Caberá a nós lançar cada vez mais luz sobre as manobras dessa gente. Derrotada pelo voto e pela força do povo brasileiro.

525.600 minutos…


No musical R.E.N.T., que esteve na Brodway por 15 anos e depois nos cinemas em 2006, existe uma música chamada “Seasons Of Love”.

Na música, nos convidam a fazer uma reflexão sobre como medimos um ano. Será em minutos, xícaras de café ou pela quantidade de vezes que chorou?

O que faço com um ano de minha vida? Como minhas ações no decorrer desse um ano pode afetar a vida de outras pessoas?

Estou levantando essa questão porque amanhã será o 2º turno da eleições. E a decisão que tomarmos amanhã nos afetará não apenas por 1 ano, mas sim por 4 anos… Serão 2.102.400 (2 milhões, 102 mil e 400) minutos…

Como que você quer viver os próximos 4 anos? Você pensará naquilo que é apenas bom para você ou será capaz de abrir mão de algumas coisas para o bem maior de um grupo?

Convido você a ver o vídeo a seguir com a música “Seasons Of Love”. E peço para que prestem atenção na letra dela e reflitam.

Voto em Serra porque…


A campanha que começou no twitter não demorou pra chegar ao Youtube.

Agora personalidades também decidiram dizer pq votam em #Serrarojas.

Confira os motivos abaixo de duas personalidades mundiais:

Hannibal Letter

Homer Simpson

 

Novo funk já é sucesso


Foi lançado hoje o mais novo sucesso do funk carioca.

Escute a música no vídeo abaixo:

Propostas de Serra


Abaixo listo algumas das propostas de Serra e o porque elas não são viáveis ao Brasil.

Salário Mínimo de R$ 600,00 já para o próximo ano

Primeiro, ele tem que seguir a lei de responsabilidade fiscal (criada pelo governo FHC). Essa lei diz que o governo não pode gastar mais do que recebe. Quando o orçamento para o ano seguinte é aprovado, eles só podem colocar lá o que é cabível para o orçamento. Como o salário mínimo interfere diretamente nos salários dos aposentados, isso mexe também com o orçamento do governo.

E segundo. Para conseguir essa aprovação ele teria que reduzir os investimentos em outras áreas, aumentar os impostos ou ainda diminuir o superávit primário.

400 Km de metrô

Esse número é cinco vezes maior do que todo o metrô do estado de São Paulo, que demorou mais de 40 anos para chegar ao 78 Km que possui hoje.

Dobrar o bolsa família

Muitas pessoas que querem votar no Serra, acusam o PT de fazer assistencialismo e criar “vagabundos” com o bolsa família. Mas uma das propostas do candidato do PSDB é dobrar o bolsa família.

Porém se isso for feito, o programa vai atingir inclusive quem está empregado, tem boa escolaridade e pertence à classe média.

Fora isso tudo ainda falou em dar o 13º bolsa família.

Dar continuaidade aos programas de governo de Lula

Esse chega a ser o cúmulo da mentira. Ele nunca cumpriu nada do que se comprometeu.Quando foi eleito prefeito da cidade de São Paulo, assinou em cartório um termo onde se comprometia a cumprir os 4 anos de mandato e não desistir do cargo para se candidatar ao governo do estado. Porém, na primeira oportunidade que teve, Serra se candidatou ao cargo de governador sem levar em conta o documento assinado por ele. Ainda quando entrou na prefeitura de São Paulo, paralisou tudo o que a prefeita anterior a ele, Marta Suplicy, havia iniciado.

Depois, quando assumiu o cargo de governador do estado, paralisou também todas as obras iniciadas por seu antecessor, Geraldo Alckmin.

Como podemos acreditar em um homem que se compromete a algo e não cumpre nada? Em nenhum momento de seu currículo cumpriu o que prometeu.

Nuvem de tags

%d blogueiros gostam disto: