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A Saga de Cotoco – Última Parte


Cotoco um certo dia lendo o jornal viu um anúncio:

-Sou viuva, muito rica, quero me casar e meu marido será o herdeiro de tudo que tenho.

Cotoco ficou louco, querendo uma namorada e achando que ia se dar bem na vida, assim continuo lendo o anúncio.

-Mas para ser meu pretendente precisa estar dentro de 3 restrições:

– Não pode me bater.
– Não pode fugir de mim.
-Tem que ser bom de cama.

Cotoco recortou o anúncio do jornal e foi “correndo” para casa da viuva. Chegando lá toca a campainha e a viuva abre a porta olhando para baixo vê o cotoco todo sorridente e não entende nada, logo ela pergunta:

– Quem é você?

– Seus dias de solidão acabaram. – Diz o sorridente cotoco.

A viuva da um sorriso de ironia e responde:

-Você é louco como você sabe disso?

– Eu sou seu novo amor, você nunca mais será uma mulher solitária, te darei todo o amor do mundo… – diz cotoco olhando pra cima.

A viuva da mais uma gargalhada e pergunta:

– Muitos passaram por aqui e não deram certo, você sabe das três exigências que eu fiz?

Cotoco rapidamente responde :

– É claro que sim!

A viuva imediatamente continua a conversa e diz:

-Então me prove que você está dentro das minhas três exigências.

Cotoco explica:

-A primeira exigência é que não posso te bater. . . . . . . . . . . Assim como ve eu não posso te bater por não tenho braços.

-Sim, sim – diz a viuva, sem paciência para o cotoco.

– A segunda exigência é que não posso fugir de você . . .  Eu não tenho pernas então não posso fazer isso.

A viuva com uma enorme gargalhada pergunta:

– Hahahahahahahaahahahahahaahahaha . . . E como você pode me provar que é bom de cama?

Cotoco com umas das sobrancelhas levantadas, com um ar de galã, se achando o tal, com um sorriso no rosto responde:

– Como é que você acha que eu toquei a campainha?

A Saga de Cotoco – Parte 3


Depois da quase trágica aventura no mar e da sua curta carreira como nadador, o coitado do pobre cotoco resolveu fazer um programa que
“Aparentemente” não o colocaria em perigo.

Eis que ele reuniu seus fiéis amigos e foram em um circo . . . . .

E corria o número do domador de leões, quando o leão escapou da jaula e foi para cima do público.

As pessoas começaram a correr de um lado para o outro, e os amigos do pobre cotoco, é claro, deram no pé . . . .

Cotoco se debatia nas arquibancadas e se esforçava para sair dali.

Alguns, ao verem o pobre deficiente, gritavam para que alguém o acudisse:

– Olha o aleijado! Olha o aleijado!

E cotoco debatendo cada vez mais rapidamente pelas arquibancadas.

– Olha o aleijado! Olha o aleijado!

E Cotoco, sem aguentar gritou:

-Vão todos se fuder, seus filhos da puta! Deixem o leão sscolher sozinho!

A Saga de Cotoco – Parte 2


Cotoco como todos sabem, Cotoco era um sujeito como qualquer outro, se não fosse por quatro detalhes:

Cotoco não tinha os braços nem as pernas.

Na história anterior houve um quase fatídico e tragíco acontecimento na praia, no qual um banhista bêbado pensou que ele fosse uma pobre tartaruguinha e
o lançou bem longe em alto mar . . .

Mas foi então que aconteceu um milagre: Cotoco começou a nadar com as orelhas!

Cotoco virou uma celebridade. Virou nadador profissional. Apareceu no Gugu, deu entrevista no Ratinho, ganhou destaque no Show do Esporte e foi chamado para ir aos Jogos Para-Olímpicos.

Chegou o grande dia! Uma equipe contratada começa a prepará- lo e outra, especialmente treinada, joga Cotoco na piscina, mas para espanto geral, o pobre Cotoco fica parado no fundo da piscina, obviamente sem se debater, e é retirado às pressas para a superfície.

Ainda assustado com o grupo de curiosos que se forma à sua volta, Cotoco vai recuperando o fôlego.

Todos esperam uma explicação para tamanho fracasso até que Cotoco consegue finalmente dizer:

-Quem foi. . . O filho da puta que me colocou essa porra dessa touca?

A Saga de Cotoco – Parte I


Cotoco era um menino muito, muito, mas muito triste, pois não tinha os dois braços e as duas pernas . . . .

Os amigos sempre tentavam levá-lo pra passear e se divertir.

Um dia o pessoal resolveu ir à praia.

– Já sei! Vamos levar o Cotoco – disse alguém. . . .

– É isso! Vamos, Cotoco, a gente vai pra praia e vamos te levar com a gente.

– Não, de jeito nenhum! Vocês não vão se divertir se me levarem. . .

– O que é isso, Cotoco! A gente reveza e cuida de você.

De tanto insistirem o Cotoco resolveu ir, e chegando lá os amigos o colocaram bem na beirada da água, no rasinho e lá ele ficou se divertindo.

Mas o pessoal se distraiu e ele foi ficando por lá . . . .

De repente a maré começou a subir, subir e enquanto as ondas iam e vinham ele ia afundando, afundando. Cotoco então começou a se desesperar . . . .

– Socorro! Socorro! – Gritava o Cotoco.

Foi aí que um cara que já tinha tomado todas o avistou de longe e correu para o resgate. Heróico, o bêbado pegou Cotoco nos braços e começou a nadar vigorosamente.

E o Cotoco pensou:

– Ufa! Agora estou salvo. . .

Porém o bêbado estava indo pro lado errado e quando finalmente o “pé de cana” estava com água na altura do peito lançou Cotoco violentamente para o fundo da água e gritou:

– Vai, tartaruguinha. . . . . Vai . . . .

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