Úteis e Fúteis…


Antonino Petruso, pai de Mayara Petruso, concedeu entrevista ao G1.

Antonino ressalta que ele e o restante da família não compartilham do mesmo pensamento de Mayara e diz: “Ela nem imagina o quanto o Nordeste é lindo e o quanto os nordestinos são boa gente”.

Mayara Petruso é fruto de um relacionamento extraconjugal e ela e o pai não são próximos. Além de Mayara, Antonino ainda possui outras 3 filhas. Elas não conhecem Mayara. Uma delas, a caçula, também é estudante de direito e foi ridicularizada em sala de aula. “Se a Mayara fez isso, ela precisa ser punida. Mas minhas outras filhas não tem nada a ver com isso”, disse ele.

Uma coisa que me deixou um pouco triste ao ler a notícia, foi saber que toda a família está sendo perseguida pelo ato da Mayara. Eu, particularmente, não considero correto isso. Não é certo condenar uma família por causa de algo que uma pessoa fez.

Antonino irá pagar um advogado para Mayara se ela precisar. “Não para que ela seja inocentada, caso seja culpada. Mas porque ela tem direito
à defesa e é minha filha.”, disse ele.

Eu compreendo ele. Não conseguiria me imaginar com um filho em dificuldades, por mais errada que fosse a atitude dele, sem que eu prestasse auxílio a ele.

Ressalto aqui que espero que Mayara seja punida sim, mas gostaria que todos tivessem consciência que Mayara Petruso é uma única pessoa e ela não representa a família inteira. Por isso considero errado que as pessoas persigam seus familiares.

Fonte: G1

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Comentários em: "O Pai de Mayara Petruso" (5)

  1. PESQUISANDO MUITOS COMENTÁRIOS NA INTERNET, NOTEI QUE GRANDE NÚMEROS DE PAULISTAS, ESTÃO A SE GABAR QUE SÃO PAULO REPRESENTA SESSENTA POR CENTO DE TODO PIB NACIONAL. OS DEMAIS ESTADOS SÓ TEM VAGABUNDOS E MISERÁVEIS, SENDO, PORTANTO, SUSTENTADOS POR ESSE ESTADO BANDEIRANTE. DECIDIU ESTUDAR O ASSUNTO. PURA MENTIRA. O IBGE AFIRMA QUE SÃO PAULO VEM PERDENDO TERRENO. OS ESTADOS DO CENTRO OESTE, DF, NORTE E NORDESTE ESTÃO GANHANDO MUSCULATURA NA ECONOMIA BRASILEIRA. EM DEZ ANOS COM A DRA DILMA NA PRESIDÊNCIA, CUMPRINDO O QUE PROMETEU NA CAMPANHA (INVESTIR MAIS AINDA NESSAS REGIÕES) SÃO PAULO NÃO SERÁ MAIS A PRIMEIRA ECONOMIA. TUDO LEVAR A CONCLUSÃO QUE SÓ REPRESENTARÁ NO MÁXIMO 15 POR CENTO DO PIB NACIONAL. EM 25 ANOS SERÁ UM ESTADO COMO QUALQUER OUTRO, PORÉM, AINDA RESPIRANDO. VEJAM A MATÉRIA:
    Distância da economia de SP para outros estados diminui, mas desigualdade regional ainda é grande, mostra IBGE.

    Aumento dos investimentos no Nordeste, crescimento da agropecuária e guerra fiscal são apontados pelo IBGE como fatores para redução de disparidades.
    O estado de São Paulo perdeu participação no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, mas ainda detém 33,1% das riquezas nacionais. A agropecuária puxou o crescimento de vários estados de Norte e Nordeste, mas a redução das disparidades econômicas regionais se deu com mais força de 1995 a 2002 do que de 2002 a 2008.

    A síntese da pesquisa Contas Regionais do Brasil, divulgada nesta quarta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que o Piauí é o estado que mais cresceu no Brasil em 2008, com expansão de 8,8% na comparação com o ano anterior. Ceará (8,5%), Goiás (8,0%), Mato Grosso (7,9%), Espírito Santo (7,8%) e Roraima (7,6%) vêm a seguir na lista dos maiores crescimentos, o que indica, em linhas gerais, melhores possibilidades para estados pobres em relação ao que se via na década de 1990. A expansão da agropecuária e o bom momento do mercado mundial de commodities ajudaram algumas unidades da federação, o que contribuiu para reduzir algumas das disparidades.

    O Centro-Oeste, que tinha 8,8% do PIB nacional em 2002, chegou a 9,2% em 2008. O Norte, incentivado também pela indústria extrativista mineral, chegou a 5,1% da economia, 0,4 ponto percentual a mais que o registrado em 2002. O Nordeste, apesar do crescimento em termos absolutos, viu sua participação relativa no PIB crescer apenas 0,1 ponto, chegando a 13,1% em 2008. O Sudeste perdeu 0,7 ponto no período, mas ainda controla 56% das riquezas nacionais, seguido pelo Sul, que também teve redução na participação total, controlando agora 16,6% do PIB.

    “A tendência é que esses estados continuem a desenvolver suas economias, fatalmente ganhando participação no PIB”, avalia Alessandra Soares Poça, da Diretoria de Pesquisas do IBGE. Há exemplos bastante claros de estados impulsionados pela agropecuária. O caso notório é o de Mato Grosso, que cresceu 128% entre 1995 e 2008, quase três vezes a média nacional para o período (47%). Rondônia, que passou a abrigar frentes de expansão agrícola, teve crescimento de 71,3% nestes treze anos.

    Distâncias

    São Paulo, a maior economia brasileira, perdeu, de 1995 a 2008, em participação no PIB. A queda foi de 37,3% para 33,1%. Pela primeira vez, a participação somada de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná se iguala à paulista, que é também alcançada pela primeira vez pelos demais 22 estados.

    Alessandra Soares, do IBGE, indica que há um conjunto de motivos para o recuo relativo de São Paulo. “Muito se deve ao desenvolvimento das próprias economias dos demais estados. Há indústrias que migraram devido à guerra fiscal, mas não se pode atribuir simplesmente a isso. Há avanço da fronteira agrícola no Norte e no Centro-Oeste, o que atrai parte da indústria alimentar.”

    A queda mais forte se deu na indústria de São Paulo, que recuou de 44,4% do total do setor para 33,9%. Ao mesmo tempo, o Rio de Janeiro, impulsionado pelo petróleo, aumentou sua fatia de 8% para 12,7%, retomando a condição de segundo parque industrial brasileiro em termos de valor, acima de Minas Gerais, que também cresceu, mas ficou com 11% do total.

    Em termos gerais, Sul, Centro-Oeste, Norte e Nordeste, somados, chegaram a 44% do PIB nacional, contra 40,9% registrado em 1995. Apesar da diminuição da distância em relação ao Sudeste, o ritmo desta redução no período 2002-2008 é inferior ao registrado entre 1995 e 2002. No primeiro período analisado pelo IBGE, Norte e Nordeste cresceram, respectivamente, 30,1% e 15,5%, contra 10,5% do Sudeste. No segundo período, entre 2002 e 2008, os avanços foram de 39,8% e 31,5%, contra 27,3% no Sudeste. A explicação é que, embora o crescimento econômico dos últimos anos tenha beneficiado mais as regiões pobres, a expansão atingiu todo o país.

    Fonte: Rede Brasil Atual

  2. Seu Antônio deve ser triste pra família toda estar convivendo com essa situação. Mas sabemos que o tempo é nosso amigo e as pessoas amadurecem, feridas saram e cicatrizam e todas as experiências são um aprendizado necessário.
    A esperança é que a Mayara, sua adorável filha, amadureça e torne-se conhecedora das diversidades sociais e regionais que constroem esse país chamado Brasil. Que este triste equívoco que ela cometeu seja revisto de forma consttrutiva. Grande abraço.

  3. Belo disse:

    Aline: a Mayara não foi parida e sim cagada.

  4. Lucas disse:

    Concordo com Aline.
    Sr. Antonino, o sr. deveria ter usado camisinha. Só assim teria evitado tanto prejuízo, para o seu bolso e principalmente para a sociedade. Essa moça é terrível.
    Coitado de vocês, familiares dessa abominação. Deus nos livre!

  5. Aline disse:

    Sr. Antônio, bom dia!
    Por que o Sr. não usou camisinha?
    Pari um troço desses, ninguém merece. Aff!

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